Comercio eletrônico




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Franquia Comércio Eletrônico e Mercado Popular Virtual

Comércio Eletrônico e Franquias:

Uma franquia barata, baixo custo e muito lucrativa!

O varejo eletrônico é um sucesso. Agora, a novidade do setor fica por conta do expressivo acesso da classe C, que aumentou o seu poder de consumo e foi às compras via internet.

O Brasil é o líder de negócios de pessoas físicas na internet com 80% de participação no mercado da América Latina, de acordo com pesquisa da Boston Consulting Group. As compras de supermercado lideram com 20 a 25% dos negócios. O baixo custo dos computadores pessoais e a popularização da internet aliado à globalização da economia, são componentes propulsores desta nova forma de comércio. No Brasil, o uso do comércio eletrônico cresce numa escala de 1500% ao ano. Mas esta nova tecnologia é um meio seguro para os consumidores?

Sim, porque a maioria das empresas de lojas virtuais que disponibiliza o serviço de venda pela internet usa tecnologia de segurança SSL em formulários ASP Essa tecnologia criptografa os dados que o consumidor lança no site da empresa e somente a chave correspondente no banco de dados da empresa pode decodificar tal informação.

Porém, não há segurança sem a tecnologia SSL e os dados expostos na rede podem ser interceptados por um hacker mal intencionado. A interceptação pela internet é uma pratica de espionagem, feita por usuários altamente avançados que usam os dados para lesar consumidores e empresas, ou simplesmente vender as informações privilegiadas a terceiros. Portanto todo cuidado é pouco… verifique bem onde você vai comprar na internet.

Dicas de como fazer uma fraquia de comércio eletrônico

Assista ao video: Mercado popular virtual.

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O Comércio Eletrônico nos EUA pode crescer US$ 30 bi anualmente até 2012.

Comércio Eletrônico Vendas Online

Pesquisas da Forrester Research e JupiterResearch apontam que, em cinco anos, vendas online podem chegar a US$ 335 bilhões.

As vendas online nos Estados Unidos devem crescer de 20 a 30 bilhões de dólares anualmente nos próximos cinco anos, alcançando entre 215 e 335 bilhões de dólares em 2012, revelam pesquisas da Forrester Research e JupiterResearch.

Em 2007, o comércio eletrônico não relacionado a viagens alcançou 175 bilhões de dólares, crescimento de 21% sobre 2006, segundo o levantamento “U.S. E-Commerce Forecast: 2008 to 2012,” da Forrester Research.

A consultoria previu ainda que as vendas na web alcançarão os 204 bilhões de dólares em 2008, chegando aos 334,7 bilhões de dólares em 2012.

Já a pesquisa “U.S. Online Retail Forecast, 2007-2012″, da JupiterResearch, teve perspectivas um pouco menores. As vendas online – excluindo viagens -, que foram estimadas em 128 bilhões de dólares em 2007, crescerão para 148 bilhões de dólares em 2008, chegando a 215 bilhões de dólares em 2012.

O analista da Forrester, Sucharita Mulpuru, sugere que, apesar do otimismo, os varejistas online enfrentam desafios, já que a maioria dos consumidores preferem lojas físicas e passam pouco tempo buscando itens em lojas virtuais.

A boa notícia é que 88% dos consumidores norte-americanos dizem que já compraram algo pela web. Globalmente, mais de 85% dos internautas compram online, segundo a Nielsen.

Além disso, no período de 2007 a 2012, o varejo em lojas físicas deve crescer 2,6% anualmente, enquanto as vendas online devem aumentar 14% ao ano, afirma a Forrester.

O levantamento ainda aponta que o comércio eletrônico também está mais distante de crises econômicas, pois quem compra online tende a ter mais dinheiro.

Para melhorar as vendas online na rede, os varejistas devem dar enfoque à melhoria da experiência online. “Fornecer informações mais precisas – e com mais fotos – de produtos, aumentar a flexibilidade nos pagamentos e reduzir as taxas de frete são atitudes a favor dos consumidores”, diz Mulpuru.

Apesar das lojas individuais agregarem valor a tecnologias como compras sociais e direcionamento dinâmico, nenhuma destas ofertas terá efeito no mercado nos próximos anos. “É mais provável que estas tecnologias forneçam benefícios como melhores preços e a retenção de consumidores”, opina o analista da Jupiter, Patti Freeman Evans. Fonte: IDGNow




O e-commerce cresce 40% Somando R$ 6,2 bilhões em 2007

Crescimento das Vendas Online no Comércio Eletrônico:

Número de pedidos feitos online em 2007 chegou a 20,4 milhões, 5,6 milhões a mais do que em 2006, afirma o 17º WebShoppers.

Em 2007, o comércio eletrônico registrou 40% de crescimento em comparação com 2006, somando 6,2 bilhões de reais, revelou o 17º relatório WebShoppers, da consultoria e-bit, nesta terça-feira (11/03).

O total de pedidos feitos pela rede no ano passado chegou a 20,4 milhões, em torno de 5,6 milhões de pedidos a mais do que os registrados em 2006. Segundo o levantamento, em 2007, 9,5 milhões de brasileiros compraram online ao menos uma vez.

O tíquete médio das compras no período foi de 302 reais. O valor aumentou para 308 reais no período natalino – a data foi a que mais se destacou, faturando 1,08 bilhão de reais.

A estimativa da e-bit para o faturamento no primeiro semestre de 2008 é de 3,8 bilhões de reais, 45% a mais que no mesmo período de 2007, no qual o e-commerce atingiu 2,6 bilhões de reais.

A pesquisa também aponta que o número de consumidores online saltará para 10,5 milhões no primeiro semestre de 2008, contra os 8,1 milhões neste período em 2007.

A categoria que mais vendeu no ano passado foi Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais, com 17% do total. Informática seguiu no ranking, com 12%, e depois vieram os Eletrônicos (9%), Saúde e Beleza (8%) e Telefonia Celular (7%).

A compra de Roupas e Acessórios ainda não é sucesso entre os internautas: apenas 11% dos consumidores online compraram produtos de vestuário no último semestre de 2007.

No Natal, os produtos da categoria Informática foram os mais buscados (15%), seguidos pelos Eletrônicos (6,5%), Eletrodomésticos (6,2%) e Telefonia (5,5%).

Por outro lado, 43% dos usuários pesquisam ou compram imóveis pela web. O site mais consultado é o Imovelweb, com 42% do total das buscas.

A consultoria aposta no sucesso de vendas de eletrônicos – como MP3 players e TVs LCD e de Plasma – e artigos de informática no primeiro semestre de 2008.

Os usuários que compram pela web, segundo a e-bit, conhecem apenas as medidas de segurança mais tradicionais, como o uso de senhas (92%), certificados digitais (86%) e firewalls (82%).

A recomendação de um amigo ou comentários de outros usuários são fator relevante para 42% dos compradores se sentirem seguros em transações online. Fonte: IDGNow




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